As turmas dos anos iniciais das escolas municipais, José Ferreira da Silva, Cruz e Souza, Sebastião Barbosa e Eliana Provazzi receberão o Projeto de Arte e Educação Ambiental “Planeta Mania – Água”. Segundo a subsecretária de Educação, Giovana Oliveira, a capacitação dos professores já foi iniciada na Creche Cacilda Verri Marassi, no bairro Jardim Real. O Projeto é realizado pela Horizonte Educação e Comunicação sob o patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O objetivo é despertar o olhar crítico de alunos e professores sobre o ciclo da água por meio da arte de modo criativo dando novas cores e formas à relação humana com a água, além de despertar a criatividade. O Projeto Planeta Mania – Água, contempla doze escolas em três cidades, trazendo a água como foco para transformar a percepção dos alunos sobre o mundo.
Segundo Giovana, após a capacitação, o projeto iniciará nas salas de aula com a mentoria dos professores junto aos alunos para trabalharem intervenções artísticas coletivas. Através do Projeto as escolas receberão esculturas de globos terrestres que, como grandes telas tridimensionais, servirão de suporte para que os alunos materializem suas reflexões sobre a importância da água para o planeta. Os resultados do trabalho serão compartilhados com o público na exposição Planeta Mania, prevista para acontecer entre os meses de agosto e setembro e será aberta à comunidade, a mostra celebrará o protagonismo dos alunos e suas múltiplas perspectivas sobre o futuro do ecossistema. Ao final, as obras serão incorporadas ao acervo das escolas, estabelecendo um legado permanente de arte e consciência ambiental.
Segundo o Coordenador do Projeto, Allan de Amorim, essa iniciativa nasceu da convicção de que a educação precisa ir além de conteúdos e promover experiências que conectem conhecimento, sensibilidade e ação. “Ao integrar educação, cultura e sustentabilidade, a iniciativa reforça o potencial da arte como ferramenta de transformação social, estimulando o pensamento crítico e o engajamento coletivo desde a infância” – concluiu Allan.