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Ubuntu: projeto da Escola Cruz e Souza resgata ancestralidade afro-indígena brasileira

26/03/2026

Ubuntu: projeto da Escola Cruz e Souza resgata ancestralidade afro-indígena brasileira

Aconteceu na quarta, 25, na Escola Municipal Cruz e Souza, a abertura do projeto “Cruz e Souza é Ubuntu: aprendendo com a nossa ancestralidade afro-indígena, o respeito, a cooperação e a empatia com o próximo e com o meio ambiente”. O objetivo é resgatar a cultura e tradição afro-indígena brasileira, junto aos estudantes. A abertura contou com capoeira realizada sob o comando do Mestre Envergado, que também abordou a história dessa expressão cultural. Participaram também duas trancistas, Erielle de Souza Pereira e Ester Maria de Souza Pereira, que fizeram a demonstração de seus trabalhos nos cabelos de algumas alunas sorteadas.
“O evento teve como trilha musical o samba. Já o cardápio do dia também foi temático: feijoada e canjica. Os 404 alunos da escola, distribuídos em dois turnos, manhã e tarde, participam das atividades”, explicou a diretora geral, Amanda Baronto, que ainda destacou a importância do projeto na preservação da nossa identidade cultural. “O projeto visa fortalecer o respeito às diferenças, a consciência ambiental e o sentimento de pertencimento à nossa cultura. É um aprendizado que vai além da sala de aula e ajuda a formar cidadãos mais conscientes e empáticos”, destacou a diretora geral, Amanda Baronto.
Várias etapas do projeto acontecerão ao longo do ano. A próxima será a abertura do Projeto Leitor, no próximo mês.
Sala de Leitura
“Cruz e Souza é Ubuntu” foi impulsionado pelas professoras da Sala de Leitura, Andreza Cruz da Silva e Marta Araújo Balbino, que realizaram as atividades junto aos alunos, ao longo dos dois últimos meses, utilizando as obras literárias: Amor de Cabelo, Meninas Negras e O Pequeno Príncipe Preto, resultando em uma exposição desses trabalhos na abertura do projeto.



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